Compre menos, escolha bem, faça durar

 

“Compre menos, escolha bem, faça durar”

A frase de Vivienne Westwood estilista britânica que encabeçou as tendências punk e new wave modernas, diz muito sobre a responsabilidade que atinge todos nós. Principalmente, em dias marcados pelo consumo excessivo e a consequente degradação do meio ambiente.

Dados surpreendentes

Os dados surpreendem! De acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, o varejo de moda deve superar, em 2018, o marco de R$ 200 bilhões. Isso representa um crescimento de 6,5% no volume de peças vendidas. Esse número, equivalente a 6,15 bilhões de unidades em todo o país.

Estudos consideram que o mercado têxtil cresce em torno de 5,5% a cada ano em todo o mundo. O que significa 2,4 trilhões de dólares ao ano, movimentando o mundo inteiro. Para completar, especialistas apontam que se a indústria da moda fosse um país, seria capaz de se posicionar como a 7ª maior economia do globo. É ou não é uma potência?!

 

O relatório de Stella McCartney

Em paralelo ao que parece positivo no âmbito econômico, o relatório “A new textiles economy – Redesigning fashion’s future”, publicado em novembro de 2017 pela estilista Stella McCartney em parceria com Ellen MacArthur Foundation, revela que a cada segundo, o que equivale a um caminhão de lixo com sobras de tecido é queimado ou descartado em aterros sanitários e que, por ano, 500 bilhões de dólares são “desperdiçados” com roupas descartadas com pouco uso e não recicladas. “Compre menos, escolha bem, faça durar”: já está fazendo sentido, concorda?

Os dados não param por aí e se fôssemos descrever tudo o que envolve o lado oculto do grande prazer do consumo, poderíamos nos desdobrar em várias publicações.

Por isso, hoje, ficamos por aqui! Mas reforçamos a máxima visionária de Westwood: “Compre menos, escolha bem, faça durar”.

É repensando nossa forma de consumir que podemos contribuir em grande parte para a formação de um mundo mais justo e duradouro para todos.

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